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Campanha do ano: “Minha Amiga é uma Anta”

Campanha do ano: “Minha Amiga é uma Anta”

Captura, Patricia Medici e ZePS - Crédito Patricia Medici

A SZB tem o intuito de todos os anos promover uma campanha educativa que seja adotada de forma integrada por todos os zoos e aquários do Brasil. Em 2013, ao invés de criarmos uma campanha, decidimos adotar a Campanha “Minha Amiga é uma Anta”, lançada pela Patrícia Medici, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), que desenvolve um belo projeto de conservação, a “Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira”.

A ideia é distribuir cartilhas em todos os zoológicos do Brasil e incorporar o tema da espécie em seus programas de educação ambiental. Acreditamos que uma das contribuições dos zoológicos para a conservação da biodiversidade é fazer esta ligação tão importante entre os trabalhos desenvolvidos em campo e cativeiro, Fortalecendo nossa importância como instituições que contribuem com conservação da biodiversidade

Além disto, com cerca de 20 milhões de visitantes por ano, podemos ajudar a espalhar a mensagem de conservação. Sim, somos amigos da Anta! Daqueles que dão abraço apertado!

Para que possamos mapear o desenvolvimento da campanha nos zoos do Brasil, pedimos a todos que entrem em contato conosco, através do Comitê de Educação (daysecampista@gmail.com) para informar se aderiram à campanha e nos enviem fotos, vídeos e relatos das atividades desenvolvidas.

SEU ZOOLÓGICO JÁ É AMIGO DA ANTA?

 

A Patricia Medici está disponibilizando para  download materiais educacionais que podem ser usados pelos zoos e aquários  para enriquecerem o conhecimento do vizitazante podendo ser pedido diretamente pelo e-mail: epmedici@uol.com.br

Veja os artigos disponíveis

– Galeria Camera-Trap fotos

– Galeria Camera-Trap Vídeos

– Galeria Fotos Anta

– Galeria Fotos Baby Liana John

– Galeria Fotos Projeto

– Ilustrações Luccas Longo

– Ilustrações Stephen Nash

– Logos

 

Sobre a Anta Brasileira

A Anta Brasileira, como nós brasileiros costumamos chamá-la, é também conhecida como Anta Sul-Americana ou Anta de Terras Baixas.  O nome científico da espécie é Tapirus terrestris.  Esse animal pertence à Família Tapiridae da Ordem Perissodáctila.  Ao contrário do que muitos pensam, a Anta não é aparentada de porcos, tamanduás ou capivaras, mas sim de cavalos e rinocerontes!

A Anta Brasileira tem uma imensa distribuição geográfica desde o Norte da Colômbia a Leste dos Andes seguindo através de toda a América do Sul tropical por 11 países incluindo Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela. A espécie ocorre primordialmente em florestas tropicais baixas e ambientes ripários (próximos à água), mas pode também ser encontrada em habitats mais secos tais como o Chaco Boliviano e Paraguaio.  No Brasil, a Anta ocorre por praticamente todo o país com exceção do Sul do Estado do Rio Grande do Sul e Nordeste.  Em nosso país, a espécie ocorre principalmente nos biomas Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Algumas das características mais importantes da Anta Brasileira são:

- É o maior mamífero terrestre da América do Sul, pesando de 180 a 300 quilos, com cerca de 1,10 metros de altura e em alguns casos mais de 2 metros de comprimento!  As fêmeas são, em geral, maiores do que os machos.

-  Possui uma crina curta e estreita ao longo de todo o pescoço, pelagem acinzentada, curta e áspera, e orelhas com pontas brancas. Possui uma “tromba” ou probóscide, que utiliza para a alimentação.

-  É um animal solitário, embora seja relativamente comum avistar mais de um indivíduo, nestes casos sendo macho e fêmea em época de reprodução ou uma fêmea com seu filhote.

-  Sua reprodução é bastante lenta… A gestação da anta dura cerca de 13-14 meses e a fêmea dá a luz a somente UM filhote.  Casos de 2 filhotes são bastante raros.  Após dar a luz, a fêmea demora cerca de 4-5 meses para entrar no cio novamente.  Desta forma, uma fêmea deve produzir UM filhote a cada 1 ano e meio ou até mesmo dois anos.  Adicionalmente, existe uma certa taxa de mortalidade de filhotes na natureza, sendo que estes estão mais susceptíveis a predadores.  Machos e fêmeas de Anta na natureza atingem sua maturidade sexual a cerca de 4 anos de idade.

-  Vivem cerca de 22-24 anos na natureza.  Em cativeiro, existem registros de Antas Brasileiras que viveram até 36-39 anos de idade!

-  É noturna/crepuscular.  Realiza boa parte de suas atividades de alimentação durante o amanhecer, nas primeiras horas do dia, descansando durante as horas mais quentes do dia escondida em algum local protegido na floresta, e retomando suas atividades ao entardecer.

-  Seus predadores são as onças pintadas e onças pardas … além do ser humano! Para escapar de ataques de onças, as antas costuma fugir para a água, onde são bastante ágeis.

-  Sua área de uso é imensa, uma média de 470 hectares… em outras palavras, cerca de 500 campos de futebol!  Outro aspecto importante é que a anta compartilha partes de sua área de uso com outras antas vizinhas.  Devido a essas grandes áreas de uso, o número de indivíduos em populações de anta são naturalmente baixos… o que significa que os impactos das ameaças atuando sobre essas populações são enormes!

- A anta se movimenta bastante dentro de sua área de uso e entre fragmentos de floresta desta forma conectando diferentes tipos de habitat.  Por esta razão, a anta é conhecida como DETETIVE ECOLÓGICO… ou… ESPÉCIE PAISAGEM!  Ela nos ajuda a compreender as inter-relações entre esse mosaico de habitats.

- É um animal de floresta, sobretudo florestas de beira de água, entretanto, utiliza-se de outros tipos de habitat para buscar alimentos e viajar entre diferentes partes de sua área de uso.

- É VEGETARIANA… é um animal herbívoro, alimentando-se sobretudo de frutos, brotos e folhas.

- Os frutos consumidos pela anta são engolidos inteiros, com suas sementes.  Quando passam pelo trato digestivo da anta, essas sementes têm sua capacidade de germinação potencializada!  Por esta razão, a anta tem um papel importantíssimo, fundamental, na dispersão de sementes pela floresta, transportando essas sementes em seu estômago para locais diferentes dentro de suas áreas de uso!  Por esta razão, a Anta é conhecida como a JARDINEIRA DA FLORESTA… ou… ENGENHEIRA ECOLÓGICA!

A Anta Brasileira está globalmente classificada pela Lista Vermelha da IUCN como VULNERÁVEL À EXTINÇÃO.  A Lista Vermelha Nacional do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – classifica o estado de conservação da espécie por biomas:

Amazônia – QUASE AMEAÇADA - Principais ameaças: Caça, em geral de subsistência, realizada em grande escala pelas comunidades locais de forma não sustentável; desmatamento.

Caatinga – LOCALMENTE EXTINTA

Cerrado – AMEAÇADA - Principais ameaças: Desmatamento/fragmentação para fins de produção agro-pecuária; atropelamentos em rodovias.

Mata Atlântica – AMEAÇADA - Principais ameaças: Fragmentação já existente no bioma, causando o isolamento de populações de Anta Brasileira pela falta de conectividade da paisagem; atropelamentos em rodovias.

Pantanal – QUASE AMEAÇADA - Principais ameaças: Transformação do sistema tradicional pantaneiro de pecuária extensiva em formas mais intensivas de produção, envolvendo substituição de pastagens nativas por pastagens exóticas e impacto de maiores quantidades de gado nas florestas; doenças infecciosas provenientes de animais domésticos, sobretudo equinos e bovinos.

Devido aos efeitos do pequeno tamanho populacional da Anta e taxas reprodutivas intrinsecamente caixas, a recuperação de uma população impactada é BASTANTE lenta. QUAISQUER impactos, sejam eles desmatamento, caça, atropelamento, fogo etc. têm efeitos drásticos nas populações! A anta desempenha um papel de extrema importância nos processos de formação e manutenção da biodiversidade, funcionando como espécie indicadora da saúde dos ecossistemas, e atuando de forma crítica para processos ecológicos chave tais como a dispersão de sementes. Declínios populacionais e extinções locais podem desencadear efeitos ADVERSOS nos ecossistemas, afetando os processos ecológicos e eventualmente comprometendo a integridade e biodiversidade desses ecossistemas. Por todas essas razões, é necessário que tenhamos em vista a necessidade urgente de estabelecer esforços conservacionistas focados na Anta Brasileira visando a implementação de programas de pesquisa, conservação e manejo da espécie em todos os biomas e países de ocorrência.

A NOSSA BIODIVERSIDADE DEPENDE DA SOBREVIVÊNCIA DA ANTA BRASILEIRA!

 

Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira

O Projeto

De 1996 a 2007, o IPÊ desenvolveu um programa de pesquisa e conservação da Anta Brasileira na Mata Atlântica da Região do Pontal do Paranapanema, São Paulo. Este programa gerou um enorme banco de dados de informações sobre a espécie.

Em 2008, a equipe considerou ter chegado o momento de usar essa experiência para expandir suas iniciativas de pesquisa e conservação da espécie para outros biomas brasileiros e foi estabelecida a Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira. A primeira “parada” foi o Pantanal, onde as ameaças e problemáticas de conservação para a espécie são bastante diversas e onde nunca havia sido realizado um estudo de longo-prazo sobre a Anta Brasileira. A meta primordial do Programa Anta Pantanal é obter dados de demografia, genética e saúde das antas, bem como informações de uso de habitat e do mosaico de fragmentos naturais característicos de muitas regiões do Pantanal, visando estabelecer um programa de pesquisa e conservação de longo-prazo e subsidiar a formulação de recomendações para a conservação da espécie na região. Depois do Pantanal, tomaremos os passos necessários para o estabelecimento de programas similares nos biomas Amazônia e Cerrado.

A pesquisa sobre a Anta Brasileira vem evoluindo significativamente nos últimos anos e muita informação vem sendo produzida através da realização de projetos de pesquisa em diversos países de sua área de ocorrência. Entretanto, as informações obtidas em diferentes países e diferentes tipos de habitat demonstram que a anta apresenta requisitos ecológicos bastante diferentes em diferentes áreas. Através do estabelecimento de novas iniciativas de pesquisa sobre a anta em diferentes biomas brasileiros, o IPÊ espera criar uma perspectiva comparativa para a conservação da espécie, investigando sua ecologia em biomas diferentes da Mata Atlântica. Com isto, teremos um entendimento mais claro sobre estes animais em diferentes biomas, com diferentes matrizes de paisagem e sob diferentes níveis de distúrbio ambiental. Assim, seremos capazes de compreender melhor a ecologia destes animais e suas necessidades em termos de conservação, bem como avaliar a importância e magnitude dos fatores ecológicos afetando as diferentes populações existentes no país. Finalmente, teremos todas as ferramentas necessárias para promover o desenvolvimento e efetiva implementação de estratégias de conservação e manejo para populações específicas de Anta Brasileira por toda a sua área de distribuição.

Veja mais detalhes sobre o projeto clicando aqui.

 

O IPÊ

Presente na Mata Atlântica, Amazônia e Pantanal, o Instituto realiza cerca de 40 projetos que incluem pesquisa científica de espécies da fauna e flora, ações de educação ambiental e envolvimento comunitário, além de intervenções em paisagens e apoio à construção de políticas públicas relacionadas com a conservação socioambiental. As atividades de educação ambiental e iniciativas conservacionistas alcançam cerca de 10 mil pessoas por ano e são baseadas no Modelo IPÊ de Conservação, criado e desenvolvido pelo instituto ao longo de 21 anos de atuação sócio-ambiental.

O IPÊ realiza projetos liderados por pesquisadores especializados em diversas áreas do conhecimento. Para multiplicar e transferir a experiência adquirida em anos de trabalho com conservação, o Instituto oferece: cursos livres e de extensão, Mestrado Profissional e MBA na área sócio-ambientalConheça mais sobre o projeto clicando aqui

 

 

Sobre:

IUCN/SSC Tapir Specialist Group (TSG)

www.tapirs.org

O Grupo de Especialistas em Antas é uma organização científica fundada em 1980 como um dos 120 Grupos Especialistas da Comissão de Sobrevivência de Espécies (SSC – Species Survival Commission) da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN – International Union for Conservation of Nature). Patrícia Medici vem desempenhando o papel de Presidente do grupo desde 2000. A meta principal do Grupo é contribuir para a conservação da biodiversidade do planeta através do estímulo, desenvolvimento e execução de programas práticos para estudar, recuperar e manejar as quatro espécies de anta e seus habitat remanescentes nas Américas do Sul e Central, e Sudeste da Ásia.

O Grupo busca atingir esta meta através da implementação das seguintes estratégias: a.) Revisão constante e monitoramento do status de conservação das quatro espécies de anta e promoção de suas demandas por conservação; b.) Promoção e suporte para pesquisa e distribuição de materiais; c.) Promoção da implementação de programas de conservação e manejo pelas organizações e governos apropriados; e d.) Estabelecimento de parcerias fortes e efetivas entre profissionais e organizações atuando na pesquisa e conservação de espécies de anta, estimulando comunicação e cooperação.

Atualmente, o Grupo conta com 150 membros provindos de 27 países ao redor do mundo (Alemanha, Argentina, Australia, Belize, Bolívia, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Estados Unidos, França, Guatemala, Guiana Francesa, Holanda, Honduras, Indonésia, Malásia, México, Miamar, Panamá, Paraguai, Peru, Reino Unido, Tailândia e Venezuela). Todos estão direta ou indiretamente envolvidos com a conservação de uma ou mais espécies de anta, tanto em vida-livre quanto em cativeiro, em suas respectivas regiões.

O Grupo de Especialistas em Antas tem comitês e forças tarefa trabalhando temas específicos relacionados à conservação das quatro espécies de anta no mundo dentre eles: Comitê de Veterinários, Comitê de Genética, Comitê de Zoológicos e Manejo de Antas em Cativeiro, Comitê de Planejamento de Ações Conservacionistas, Comitê de Re-Introdução e Translocação, Comitê de Educação, Comitê de Marketing, Comitê de Captação de Recursos Financeiros e Comitê de Lista Vermelha entre outros. O Grupo se reúne a cada três anos durante o Simpósio Internacional de Antas. O próximo simpósio, nossa sexta conferência, será realizado em Campo Grande, MS, Brasil, em Novembro de 2014!

O Grupo de Especialistas em Antas conta com o suporte institucional das seguintes organizações: • Grupo Conselheiro de Manejo de Antas em Cativeiro (Tapir TAG – Tapir Taxon Advisory Group) da Associação Americana de Zoológicos e Aquários (AZA) • Grupo Conselheiro de Manejo de Antas em Cativeiro (Tapir TAG) da Associação Européia de Zoológicos e Aquários (EAZA) • Zôo de Houston, EUA • Zôo de Copenhagen, Dinamarca

 

ANTA DA MONTANHA: Na América do Sul, nos páramos andinos na Colômbia, Equador e Perú. Listada pelo Livro Vermelho da IUCN como AMEAÇADA DE EXTINÇÃO.

ANTA BRASILEIRA: Na América do Sul, em diversos ecossistemas e habitats, sobretudo florestas, na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela. Listada pelo Livro Vermelho da IUCN como VULNERÁVEL À EXTINÇÃO.

ANTA CENTRO-AMERICANA: Na América Central (Belize, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá), América do Sul (norte da Colômbia) e América do Norte (sul do México). Listada pelo Livro Vermelho da IUCN como AMEAÇADA DE EXTINÇÃO.

ANTA ASIÁTICA: No Sudeste Asiático, em florestas tropicais na Indonésia (Sumatra), Malásia peninsular, Miamar e Tailândia. Listada pelo Livro Vermelho da IUCN como AMEAÇADA DE EXTINÇÃO.

As maiores AMEAÇAS à sobrevivência das quatro espécies de anta na natureza são destruição e fragmentação de seus habitats naturais, caça indiscriminada (carne para consumo, pele para confecção de laços, partes para usos medicinais e de crendices populares), atropelamentos em rodovias, doenças infecciosas, fogo, intoxicação por produtos químicos entre outras. Para maiores informações sobre o estado de conservação das quatro espécies de anta no mundo, por favor, visite o site da Lista Vermelha da IUCN (www.iucnredlist.org).

 

 Veja os Diversos Materiais

 

Para colorir Ypê Brasil

Caça Palavras

Jogo de Cruzadinhas

Jogo liga os pontos

Carteirinha de Amigo da Anta – Menina

Carteirinha de Amigo da Anta – Menino

Cartilha: Minha Amiga é Uma Anta

Adesivo: EU SOU AMIGO DA ANTA E VOCÊ ?

Gente trabalhando para salvar as antas no mundo  

Vídeo Anfritrianta com Patricia Medici

Vídeo Faces do Brasil – Discovery Channel

Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira – por Patricia Medici (Material brochura-educacional TSG

Modelo de Placa  CERZA CONSERVATION – França 1

Modelo de Placa CERZA CONSERVATION – França 2

Mapa IUCN Red List  2008 Central American Tapir

Mapa IUCN Red List 2008 Montain Tapir

Mapa IUCN Red List 2008 Malasya Tapir

Mapa IUCN Red List 2008  Lowland Tapir

 

 

Links Importantes

 

Projeto das Antas

Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB)

Cartaz Amigo da Anta 

Adesivo Amigo da Anta 

 

Que saber mais sobre a anta? Acesse os links abaixo.

 

Website/BLOG Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira

Facebook Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira

Canal YouTube Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira

IUCN/SSC Tapir Specialist Group (TSG)

IUCN Red List Anta Brasileira

 

Clipping

 

Notícias campanha minha amiga é uma anta – estudantes do interior de São Paulo

Campanha “Minha Amiga é uma Anta” foi lançada no Zoo de Sorocaba – Site Notícia Animal

Campanha Nacional Minha Amiga é uma Anta – Zoológico de Sorocaba – Site Ambiente Brasil

Lançamento da campanha minha amiga é uma anta – Site G1

Lançamento da campanha minha amiga é uma anta – Site NSIonline

Zoológico participa de campanha de conservação da Anta Brasileira

Lançamento da campanha minha amiga é uma anta – Rádio Vanguarda

Facebook Iiciativa Nacional para a Conservação Nacional da Anta Brasileira

Facebook Patrícia Medici

 

Vídeos

A importância dos zoológicos 

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